Relato - Aeron Araglas no Mercado Estranho - Por João ???

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Relato - Aeron Araglas no Mercado Estranho - Por João ???

Mensagem por Arthur em Ter Ago 29, 2017 4:39 pm

EPÍLOGO

Aeron Araglas passou por experiências muito estranhas ao sonhar com o mercado, foi de forma bizarra que ele acordou nas planície de Eregion mais uma vez.
Ele se dirigiu então as terras inóspitas do leste ao invés do norte como planejara quando estava com Beag Zé.

Dizem que ao leste o vento tem cor..



Última edição por Arthur em Ter Ago 29, 2017 5:48 pm, editado 1 vez(es)
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Capítulo 1 - Que porra é essa?

Mensagem por Arthur em Ter Ago 29, 2017 4:41 pm

Acordei em um local e não entendi o que se passava, algum maldito pregou uma peça em mim e me trouxe pra fora da cidade ou eu estava sob o feitiço de algum mago muito poderoso.

Eu recebi um chamado para uma aventura, adormeci em uma taverna próximo de Eregion antiga terra de Elfos.

Quando acordei estava em um local estranho com pessoas estranhas falando sobre coisas estranhas.. eu vi uma mulher, que não era bem uma mulher, ela era alegre demais, Thaís Silvestre, com um corpo cheio de escamas.. eu devia estar alucinando..

Muitas vezes cheguei a pensar que estava realmente sob o efeito de algum feitiço, como o Rei Théoden nas histórias que meu pai contava.. mas não.. era aquilo mesmo.
Um grande mago.. dava pra ver.. Luciano Bastos estava vendendo coisas peculiares, eu vi uns insetos em sua mesa e decidi comprar uma aranha venenosa, guardei num frasco que ele mesmo me deu de presente em troca de algumas moedas de ouro..

Foi grande o susto, porém certas coisas foram desencadeando ao longo do tempo, algumas pessoas surgindo.. do nada como se fosse magia negra.

Logo fiz amizade com um mago, este... que me ajudou ao longo da aventura, o nome dele.. o nome... Erick Moraes Chagas.. Foe...
Acho que esse era o nome.

Ele precisava de pele de Troll.. foi fácil de achar, Arda é lotada de pele de troll.. só o nome já me remetia a Beag Zé, mas não queria contar do meu caso pra ninguém.
Ajudei-o então a achar a tal erva para que fizesse uma poção que tanto queria, o senhor era prepotente e sempre falava como se não estivesse entendendo, mal ele sabia que até sobre alquimia eu sabia muito.. já que passei muito tempo na natureza.

Ao chegar perto do que depois descobri ser a fronteira, vi umas paisagens modificando sozinhas.. uma das coisas mais bizarras que vi em toda minha vida..
As paisagens oscilavam entre desertos, florestas, oceanos e céu e inferno.

Aonde eu estava.. o que estava acontecendo.. e aquela paisagem? QUE PORRA É ESSA??

QUE PORRA É ESSA??


Última edição por Arthur em Ter Ago 29, 2017 5:13 pm, editado 4 vez(es)
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Capítulo 2 - Eu preciso sair daqui !

Mensagem por Arthur em Ter Ago 29, 2017 4:43 pm

Parando pra perceber que eu estava meio que preso ali, eu precisava arrumar uma forma de sair..

Um rapaz surgiu do nada como que por magia e disse que me conhecia de algum lugar, me conhecia de algum canto, que o motivo pelo qual ele estava ali era por causa de mim.. eu nem o conhecia.

Ele me atacou ferindo minha barriga, maldito, me fez sentir uma dor fortíssima.. o nome dele era Marcelo Sales(Kierkegaard).. tão complicado quanto suas convicções.

Sorte que havia uma mulher.. eu não lembro o nome.. malditos nomes, Marina Cavoli que cuidou de mim naquele momento, me curou dos ferimentos e me deixou novamente bem.

Desacordei o dito cujo que me causou aquelas problemáticas, logo após meio que me arrependi de o atacar quase que sem motivo, ele era apenas truculento, o levei para a curandeira e seu aprendiz, que em nível de prepotência eram maiores até que o Erick Moraes Chagas(Phoe)..

Era incrível como naquele lugar todo mundo parecia simplesmente estar tranquilo.. COMO? Estávamos presos e ninguém sabia o motivo, malditos são esses homens e seres tranquilos com suas funções no mesmo lugar.. ME DEIXEM SAIR DAQUI SEUS MALDITOS!




Última edição por Arthur em Ter Ago 29, 2017 5:15 pm, editado 3 vez(es)
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Capítulo 3 - Trabalho em equipe

Mensagem por Arthur em Ter Ago 29, 2017 4:47 pm

Eu não conseguia me conformar, não era possível estarem tranquilos..

Fui até a curandeira e seu aprendiz Klefus Albuquerque, peguei o maldito que me atacou e o enchi de tapas na cara até acordar, foi uma das melhores sensações desde que cheguei..

Depois de muito bater a nada acontecer o deixei plantado e sentado em uma das mesas do lugar, foda-se, não era pra ser.

Dei continuidade a minha busca por saída dali, dei de cara com um cego muito estranho, chamavam ele de Verme Lho(???) com um cajado gigantesco, eu tentei um outro caminho alternativo para sair daquele lugar e dei de cara com uma fronteira diferente com as paisagens oscilando.. MALDIÇÃO...

Naquele momento voltei pra onde estavam todos e vi dois seres estranhos.. Edgard Soares e Matheus Souza, horríveis, molhados, armados e pareciam perigosos.

Fiquei de longe olhando os malditos e resolvi intervir, tentei convencer a todos que eles eram ameaça, eles resolveram confiar nos dois, mas os aventureiros já se conheciam de outros lugares e ninguém me dava ouvidos.

Não deu outra, eles apontaram armas pra gente e tivemos que mata-los, se antes tivessem me ouvido.. mas o que importa é que por parte problema estava resolvido.
Novamente procurei por novas saídas e nada de novo.. somente, estou preso ali.

O que fiz para os Valar para merecer isso??

Araglas tenta convencer os aventureiros que o perigo é iminente.


Última edição por Arthur em Ter Ago 29, 2017 5:17 pm, editado 2 vez(es)
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Capítulo 4 - Nunca ouve só escuridão mas não se sabe aonde está a luz.

Mensagem por Arthur em Ter Ago 29, 2017 4:49 pm

Resolvi sentar e ficar calmo, um pouco longe de onde todos estavam, senti algo em meu corpo, uma trepidação, algo estranho, diferente do comum e do habitual, algo que parecia ser magia necromante, negra..

Levantei-me e novamente tentei avisar os outros.. não me deram ouvidos e foram surpreendidos com um monstro gigantesco que ajudei a derrotar com inúmeros golpes.

A criatura soltava ácido e feriu muita gente, Abril foi abatida mas rápidamente eu levei ela até os curandeiros Luna e Klefus Albuquerque, que nunca me recebiam calorosamente, mas pelo menos sabiam curar, aqueles malditos.

Logo após o ácido atingiu os olhos de Nicodemos e eu o ajudei, não podia deixar um amigo e mago na mão, além de ser muito útil posteriormente era um amigo.

Tentamos derrotar as cabeças acertando-as com mais força, aos poucos foram caindo até que dei o golpe na última levando a criatura ao chão.
Finalmente a morte chegou para a criatura.

Após a confusão, a criatura morta, eu me deparei com uma pessoa peculiar sentada sozinha.. uma pessoa com quem me identifiquei pela questão da solidão naquele lugar cheio de gente..

Bem, eu precisava falar com ela.. talvez dali pudesse vir uma ajuda pra entender o que se passava e como sair dali.



Última edição por Arthur em Ter Ago 29, 2017 5:19 pm, editado 3 vez(es)
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Capítulo 5 - O mergulho da loucura.

Mensagem por Arthur em Ter Ago 29, 2017 4:54 pm

Conversei muito com aquela mulher Nola, precisava realmente trocar informações para dar continuidade, ela me falou que havia visto algo na água de um lago ali próximo.. fomos então juntos averiguar as circunstâncias dos acontecimentos.

Chegando próximo ao lago saiu um criatura que tentou me oferecer uma arma, MALDITO, achando que eu era um imbecil de aceitar, o ataquei até a morte e acabei com a criatura, ela havia saído da água, então era de lá que as criaturas vinham.. tirei a roupa e mergulhei no lago, era a chance de descobrir o motivo pela qual estávamos ali.

Pedi a Nola que cuidasse de minhas coisas, pois ali naquele maldito lugar tudo que deixava pelo caminho desaparecia...

Mergulhei e achei um cristal debaixo do lago, incrívelmente eu não conseguia retira-lo pois o cristal queimava minha pele em todas as tentativas, a dor era insuportável.
Chamei então a Iparunu para me ajudar.. já que ela respirava debaixo dágua por ser metade peixe ou sei lá..

Ela então mergulhou comigo e juntos conseguimos acesso ao cristal, ao pegar o objeto surgiu então com ela uma carta.

Eu senti uma magia muito forte vindo dela, mas estava desesperançoso de que ela me ajudaria a ir embora dali..Então deixei a carta com a senhora metade peixe e pus minha roupa de volta.. era questão de tempo até alguma nova situação ocorrer ali..

Nola cuidando das coisas...


Última edição por Arthur em Ter Ago 29, 2017 5:20 pm, editado 1 vez(es)
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Capítulo 6 - O feitiço e a lança voltam para seu dono.

Mensagem por Arthur em Ter Ago 29, 2017 5:07 pm


Discutindo com a Nola o que possívelmente estava ocorrendo naquele lugar.. senti uma trepidação novamente em meu corpo.. quando olhei em volta a natureza encontrava-se arisca.. eu gritei e clamei por todos, explicando que algo forte e sombrio se aproximava..

Então com todas as forças peguei a lâmina que estava comigo, que na verdade era do mago Nicodemos, e fiquei preparado..

A trepidação em meu corpo aumentou e um homem surgiu.. seu nome era ZAPHYR, e sua aura era negra..

Como desconfiei dele a primeira coisa que fiz foi desarma-lo, para evitar um possível ataque, mas o que aconteceu foi surpreendente, ao arremessar sua lança pra longe a lança voltou de imediato para sua mão como num passe de mágica.

Dialogando comigo ele me disse que vinha de Númenor..

Eu arregalei os olhos e perguntei.. MAS COMO??

Como ele chegou de Númenor aqui?? Ele é um dunedáin??

Maldito.. com tanto poder? Seria ele um dos Istari junto com Gandalf ou Saruman.. Seria ele tão impiedoso quanto Sauron?

Não conseguia compreender e não queria, preso naquele lugar com alguém que podia me matar sem pestanejar.. porém na hora algo chamou minha atenção.. Phoe batalhava com Kierkegaard por alguma razão..

Phoe estava sendo perturbado e havia sido gravemente ferido por Kierkegaard, então seria esse um momento de vingança.
Mas por incrível que pareça, mesmo dominado.. Kierkegaard não pareceu ligar para o próprio destino.

Quando olhei pra trás.. Zaphyr havia sumido.. e todas as perguntas ficaram sem resposta.. mais uma vez.


Phoe ameaça Kierkegaard.


Araglas discute com Zaphyr.
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Capítulo Final - A morte é um recomeço.

Mensagem por Arthur em Ter Ago 29, 2017 5:23 pm

Após aqueles acontecimentos eu havia desistido de tudo.. se fosse pra morrer, que morresse, que fosse aquele meu fim.. que eu me tornasse mais um com os Valar.

Então entrei na fronteira e fui até o fim, com o corpo sofrendo com as oscilações de paisagem.. até que cheguei em um lugar inesperado..

Uma casa ao longínquo.. uma casa com porta de madeira velha..

Abri logo então e entrei, para aliviar a dor de entrar na fronteira.

Quando entrei me deparei com Zaphyr Edgard Soares, com seu cajado de poder e sua lança, ele me atacou e travamos uma batalha, seu poder era demais, eu não conseguia resistir aos golpes.. mesmo com toda minha força parecia tudo em vão.

Até o momento em que a magia acertou meu coração.. e eu vi minha vida esvaindo de minhas veias.. um homem caído.. sonhos inalcançados.

Após morrer.. abri os olhos novamente e me vi de novo em Eregion, local onde os Noldorin habitavam.. eu estava de volta em Arda..

Olhei para meu corpo e não vi as dilacerações dos golpes.. MALDITOS. FOI SÓ UM SONHO.

Essa experiência foi maldita.. a pior que já tive, ficar preso em um lugar só!

Eu ainda verei aqueles tolos.. seja aqui em Arda ou seja lá onde for..


Então essa PORRA foi tudo um sonho?
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Re: Relato - Aeron Araglas no Mercado Estranho - Por João ???

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